Comece sua semana motivado!
Uma pessoa não é nada mais do que aquilo que faz a si própria.
Está com alguma dúvida? Precisa de orientação? O Dr. Luiz Ainbinder te ajuda.
Este espaço foi criado pra você que está passando por uma fase difícil, está com algum problema, quer desabafar e
precisa da ajuda e das sábias palavras do Dr. Luiz Ainbinder. Para participar, entre em contato através do nosso
Fale Conosco aqui da nossa página ou ligue para o estúdio durante o programa, domingo, das 9 às 10 da manhã.
A visão psicológica de uma música
Cotidiano - Chico Buarque
Ouvinte, a música que analisaremos hoje é COTIDIANO, de Chico Buarque de Holanda, que nos foi pedida pelo nosso ouvinte Paulo Cesar Jordan. E, se você, ouvinte, também quiser uma música analisada à luz da psicologia, é só mandar um email para o nosso programa com a solicitação que será atendido. Mas, vamos ao ponto e, portanto à análise da música: Existem pessoas que se tornam escravas da rotina. São inflexíveis. Mesmo que as prioridades mudem, elas têm que seguir a rotina pré-estabelecida. O planejamento, para elas, é mais importante do que a vida. A rotina saudável existe. Aliás, a vida é rotineira; as estações do ano se sucedem rotineiramente, assim como as fases da lua, dia e noite. Tem gente que repete uma frase feita “eu detesto rotina”. É um erro, rotina é útil, indispensável e até mesmo inevitável. O que pode ser problemático são nossas atividades rotineiras. Aí, cabe aceitá-las, modificá-las, ou renunciar a elas, quando possível. O problema não está na rotina, está na pessoa que vive a rotina. VAMOS à MÚSICA.
Dicas para a terceira idade
Atualizado em 11/04/2010 às 10:49h
O CÔNCAVO E O CONVEXO
Atualizado em 27/07/2010 às 09:39h
O medo de perder a pessoa amada cria uma escravidão. Por você depender do outro, surge a possessividade. “Quem sabe? O outro está comigo hoje; amanhã poderá não estar. Quem sabe sobre o momento seguinte?” Sua mulher poderá abandoná-lo, seus filhos poderão crescer e ir embora, seu marido poderá deixá-la. A partir desse medo do futuro você fica muito possessivo. Você cria um cativeiro à volta da pessoa que você acha que ama. Mas o verdadeiro amor traz liberdade. Ele não é possessivo. O amor é compartilhar – e não aprisionar. Não é preciso aprender a arte de amar: o que é preciso aprender a arte de remover tudo o que atrapalha o amor. É como cavar um poço: você remove muitas camadas de terra, pedras, rochas e, de repente, surge a água. A água sempre esteve ali. Agora você removeu todas as barreiras e a água está disponível. Assim é o amor. Ele já está fluindo, mas existem muitas rochas, muitas camadas de terra a serem removidas. Então, meu querido ouvinte: não é necessário aprender a amar, e sim desaprender os caminhos do desamor.
Nosso dia-a-dia com a ajuda da psicologia
PALAVRAS DE FOGO
Atualizado em 27/07/2010 às 09:40h
A maioria de nós é especialista culpar os outros. Aprendemos a atribuir nossos fracassos e problemas, de uma forma tão conveniente, aos outros. “Nada posso fazer sobre o jeito que sou”, foi o que disse um cliente que estava enfrentando sérias dificuldades. “Minha infância foi um pesadelo”, completou ele. Trinta anos depois, a vida desse homem continuava emperrada por causa das feridas não cicatrizadas. Tornou-se aparente que o cerne do problema não era tanto o passado difícil, mas seu apego em revivê-lo sem nada fazer para mudar a situação. A depressão, a neurose, a infelicidade crônica não são apenas causadas por um episódio ou por uma pessoa, mas também pelo modo como a pessoa continua a reagir perante elas. Quando percebemos que somos responsáveis por nos libertar das opressões do passado, também livramos todo mundo dessa responsabilidade.
Enfim, meu querido ouvinte: nada muda se você não mudar.
Atualizado em 23/03/2010 às 12:50h
Se eu tivesse meu filho para criar de novo,
Eu pintaria mais com meus dedos e apontaria muito menos com eles.
Eu passaria menos tempo corrigindo e mais tempo conversando.
Eu tiraria meus olhos do meu relógio e prestaria mais atenção em quão rápido o tempo está se passando.
Eu me importaria em saber menos, e saberia me importar mais.
Eu passaria mais tempo brincando com eles.
Eu ficaria menos sério e me divertiria mais.
Eu correria mais com eles e olharia mais as estrelas.
Eu seria menos firme, mas, firmaria mais meu amor por eles.
Eu reformaria a auto estima, e deixaria a reforma da casa para depois.
Eu amaria menos a força, e viveria mais a força do amor.
Dr. Luiz Ainbinder e o fato da semana
MANDANDO NA LATA
Esta semana uma tragédia, protagonizada por dois jovens, culminou na morte do filho de 18 anos da atriz Cissa Guimarães. Ele andava de skate em um túnel fechado quando foi atropelado por um motorista, jovem de 25 anos, que estaria apostando corrida com um amigo. Ambos estavam em um comportamento de risco, e é sobre isso que eu quero falar: Quem não tenta não corre riscos, mas também nada consegue. Tentar é arriscar a falhar. Não há, portanto, ação humana que não traga implícito algum risco. O que há são pessoas dispostas a enfrentar esses riscos, enquanto outras fogem deles. Na juventude temos mais inclinação ao comportamento afoito, que se reflete no cérebro em função do aumento de uma substância chamada dopamina, que nos leva a um verdadeiro estado de transe. Esta caça de sensações tem diferentes níveis e comportamentos. Daí, principalmente nesta fase da vida, a busca de emoções Por exemplo: andar de montanha russa, ver um filme de terror estimulam sem criar um risco físico.
Outros precisam de um incentivo maior, recorrem aos esportes radicais, como pular de para-quedas, saltar de grandes alturas amarrado por um elástico, etc. A propensão pelo perigo manifesta-se de maneira muito diferenciada em cada indivíduo. O problema surge quando o perigo não é ignorado, mas o risco de sua incidência é mal avaliado, movido por um otimismo inconsequente. Acha que nada vai acontecer mas, infelizmente, às vezes acontece. Enfim, meu querido ouvinte: não há sorte nem desgraça. O que há é prudência e imprudência.
HISTORINHA
Quando nada parece ter remédio, muitas vezes penso no trabalhador de pedreira martelando uma rocha, talvez 100 vezes sem nem sequer uma fenda se mostrar nela. Ainda assim, no 101º golpe a rocha se parte em duas. Sabemos todos, porém, que não é esse golpe que consegue isso, mas todos os que foram dados antes.
Uma visão positiva da vida
PRA FRENTE É QUE SE ANDA
Existe a história de 3 homens que construíam uma catedral. Um transeunte, observando um homem cavando uma vala para os alicerces, perguntou-lhe o que fazia. Sua resposta foi: “Estou cavando um buraco”. Um pedreiro, ao ser perguntado a mesma coisa, respondeu: “Estou construindo uma parede”. Outro operário empurrava um carrinho de mão cheio de pedras para o canteiro de obra. Ao lhe ser feita a mesma pergunta, seu rosto se iluminou de entusiasmo e ele respondeu: “Estou construindo uma catedral”. Meu querido ouvinte: o sucesso em qualquer atividade exige dois ingredientes vitais: entusiasmo e perseverança. Ambos podem ser fortalecidos pela visão mais ampla, que olha além de dificuldades e desapontamentos temporários e alonga a vista para uma grande meta. O que é que você está fazendo com sua vida? Está simplesmente em movimento ou construindo alguma coisa digna e duradoura? São perguntas como essas que devemos fazer a nós mesmos. Ao cultivar entusiasmo e perseverança, você também cultiva poder.
A participação do Dr. Luiz Ainbinder no Programa Francisco Barbosa